Tecnologia PEGMATECH · ≥ 80% clinoptilolita
06.2026
ZEOBOND

Zeólita de alta pureza para nutrição animal.

—

Clinoptilolita natural em pó como aditivo para ração: adsorve amônia e melhora a consistência fecal de cães e gatos. Fornecida pela Pegmatech.

· Clinoptilolita na lista de aditivos do MAPA· Estudos UFLA (RBZ)· Fornecedor brasileiro8 espécies · 1 tecnologia
Estrutura cristalina · clinoptilolita
≥ 80% clinoptilolita
Pureza
~180 meq/100g
Capacidade de troca catiônica (CTC)
43–47 m²/g (BET)
Área superficial
Sustentado em
Clinoptilolita na lista de aditivos do MAPAEstudos UFLA (RBZ)PEGMATECH · 30+ anos em aditivos animaisClinoptilolita de alta pureza · ≥ 80%Fornecimento nacional · Sem dependência cambialAnti-amônia · Troca catiônicaClinoptilolita na lista de aditivos do MAPAEstudos UFLA (RBZ)PEGMATECH · 30+ anos em aditivos animaisClinoptilolita de alta pureza · ≥ 80%Fornecimento nacional · Sem dependência cambialAnti-amônia · Troca catiônica
01 — Contexto

Por que zeólita na nutrição animal.

A zeólita natural (clinoptilolita) é um aluminossilicato com estrutura porosa e alta capacidade de troca catiônica. Como aditivo na ração, ela endereça três desafios produtivos — sem antibiótico promotor de crescimento e com referências científicas publicadas.

Desafios que a zeólita endereça
  • 01

    Odor e amônia

    Adsorve a amônia no trato e nos dejetos, reduzindo odores fecais e amoniacais e melhorando o ambiente das instalações.

  • 02

    Consistência fecal

    Melhora a consistência fecal — documentado em cães e gatos (estudos UFLA/RBZ).

  • 03

    Fluidez da ração

    Atua como ligante e antiaglomerante na mistura — funções tecnológicas autorizadas na União Europeia para todas as espécies.

02 — Como funciona

Troca catiônica,
adsorção e capacidade de troca
em escala molecular.

A rede porosa da clinoptilolita captura íons amônio (NH₄⁺) e metais por troca catiônica seletiva.

Estrutura cristalina · clinoptilolita
estrutura 3D · carrega ao rolar
Fórmula molecular
(Na,K,Ca)₆[Al₆Si₃₀O₇₂]·24H₂O
Estrutura
HEU (heulandita)
Canais
Porosos · tridimensionais
Seletividade iônica
alta afinidade por NH₄⁺ e metais pesados
Mecanismo de ação
01

Ingestão

A zeólita é ingerida junto com a ração.

02

Troca catiônica seletiva

Íons amônio (NH₄⁺) e metais são capturados na estrutura porosa.

03

Ambiente intestinal

Menos amônia disponível no trato, conforme a espécie e a dieta.

Trocador iônico seletivo · aditivo tecnológico reconhecido

Seletividade iônica

Troca cátions com alta afinidade por amônio (NH₄⁺) e por metais pesados (Pb²⁺, Cd²⁺, Cs⁺), seguindo uma série de seletividade bem caracterizada.

Zamzow et al., 1990 · Papaioannou et al., 2005

Aditivo tecnológico

Na União Europeia, a clinoptilolita é autorizada como aditivo tecnológico (ligante e antiaglomerante) para todas as espécies, com parecer da EFSA. No Brasil, a clinoptilolita consta na lista de aditivos do MAPA.

Reg. UE 651/2013 · EFSA 2025
Fornecido porPEGMATECH by Pegma-tech30+ anos em aditivos animais · Especialização em minerais funcionais
03 — Aplicações por espécie

Oito espécies. Uma
tecnologia.
Dosagem para cada formulação.

Do pet food à aquicultura, a mesma clinoptilolita de alta pureza atua como aditivo funcional — com dosagem e benefícios calibrados por espécie.

01 / 080,5–1,5%*

Pet food (cães e gatos)

Zeólita natural (clinoptilolita) para rações de cães e gatos. Em estudos da UFLA, reduziu o odor das fezes e aumentou a consistência fecal (Maia et al., 2010; Roque et al., 2011).

↓ odor fecal
e fezes mais firmes em cães e gatos (Maia et al., 2010; Roque et al., 2011)
Sem interferência
na absorção de minerais em gatos, com 0,5% a 1% (Santos et al., 2011)
02 / 0850–100 g/dia*

Equinos

Aditivo na ração de equinos: a clinoptilolita captura amônio por troca catiônica no trato digestivo. Os poucos estudos publicados em cavalos avaliaram só parâmetros sanguíneos ou usaram misturas com outros materiais; não há evidência de benefício zootécnico para a espécie.

Até 1% da ração
completa: nível avaliado como seguro para todas as espécies animais (EFSA FEEDAP, 2013)
03 / 081,0–2,5%*

Bovino de leite

Aditivo na ração de vacas leiteiras. No periparto, 50 g de clinoptilolita natural em pó 2×/dia elevaram a relação Ca:P no soro, no parto e no 12º dia pós-parto (Folnožić et al., 2019).

↑ produção de leite
2,5% de clinoptilolita no concentrado (Katsoulos et al., 2006)
↓ febre do leite
com 2,5% no concentrado, do pré-parto ao fim da lactação; 1,25% sem efeito (Katsoulos et al., 2005)
04 / 081,0–2,5%*

Bovino de corte

Aditivo para bovinos de corte em dietas de alto concentrado. Em novilhos de confinamento, a clinoptilolita reduziu a amônia ruminal sem alterar ganho de peso nem eficiência alimentar (McCollum & Galyean, 1983).

↓ amônia ruminal
novilhos em confinamento (McCollum & Galyean, 1983)
05 / 080,5–2,0%*

Avicultura (frangos e poedeiras)

Aditivo na ração de aves. Em frangos, 1% na dieta reduziu a amônia na cama sem prejudicar o desempenho (Valadares et al., 2026). Em poedeiras, um estudo com 5% na dieta, acima do nível de 1% considerado seguro pela EFSA, registrou mais ovos por ave e casca mais espessa (Olver, 1997).

−34 a −36%
amônia na cama de frangos com 1% na dieta (Valadares et al., 2026)
↓ umidade
e pH das excretas de frangos com 0,5% na ração (Schneider et al., 2017)
06 / 080,5–2,0%*

Suinocultura

Aditivo na ração de suínos. Em terminação, 1% e 2% de clinoptilolita na ração reduziram a amônia emitida no galpão de 1,79 para 1,62 e 1,34 kg por animal (Dinuccio et al., 2022).

−25% NH₃
no galpão com 2% na ração de suínos em terminação (1%: −9%); sem efeito no armazenamento dos dejetos (Dinuccio et al., 2022)
↑ ganho de peso
com 2% na ração, do desmame ao abate (Alexopoulos et al., 2007)
07 / 081,0–2,0%*

Ovinos e caprinos

Aditivo na ração de ovinos e caprinos. Em cabras leiteiras, 2,5% de clinoptilolita no concentrado aumentou o teor de gordura do leite e reduziu a contagem de células somáticas (Katsoulos et al., 2009).

↑ ganho de peso
e digestibilidade da proteína em cordeiros com ureia na dieta, com 20 g de clinoptilolita natural (Sallam et al., 2022)
↓ diarreia
menos grave em cordeiros recém-nascidos com 1,5% e 3% na ração inicial (Norouzian et al., 2010)
08 / 081–5%*

Aquicultura (peixes e camarão)

Aditivo na ração de peixes e camarões. Revisões relatam melhora do crescimento e do aproveitamento da ração com zeólita na dieta (Ghasemi et al., 2018).

↑ ganho de peso
tilápia-do-nilo com 1% a 5% de clinoptilolita natural na ração (Abbas et al., 2021; Al Amir & Ali, 2022)
1,16 vs 1,32
conversão alimentar do camarão-branco com 5% na ração, contra o controle (Kim et al., 2025)
Dosagem típica

Uma plataforma mineral, oito espécies — com dosagem calibrada por aplicação.

* Doses de referência. Podem ser revisadas por profissionais habilitados, como médicos-veterinários, agrônomos, zootecnistas, químicos e engenheiros de alimentos, entre outros, pois títulos e habilitações variam entre países; organismos regulatórios locais também podem estabelecer limites próprios.

04 — Evidência científica

Evidência científica publicada sobre a clinoptilolita.

Estudos revisados por pares avaliaram a clinoptilolita natural em cães, gatos, bovinos, aves e suínos. Os resultados variam com a espécie, a dose e a dieta: em cães, Maia et al. (2010) observaram menos odor e fezes mais firmes com 0,75–1,0%. Veja as Referências.

UFLA (Universidade Federal de Lavras)
2010

Zeólitas em rações para cães (RBZ, Maia et al.)

Resultado

O aditivo zeólita, em níveis de 0,75% a 1,00%, reduziu significativamente o odor das fezes e melhorou a consistência fecal (P<0,05), sem prejudicar a palatabilidade nem a digestibilidade. (Rev. Bras. Zootecnia, 39(11):2442-2446.)

UFLA (Universidade Federal de Lavras)
2011

Zeólita em rações para gatos adultos (RBZ, Roque et al.)

Resultado

A inclusão de zeólita (0,5% a 0,75%) melhorou a consistência fecal e reduziu o odor das fezes em gatos adultos, sem comprometer a aceitabilidade do alimento. (Rev. Bras. Zootecnia, 40(11):2471-2475.)

05 — Ficha técnica

Especificação mineral
e dosagem.

Parâmetros técnicos da clinoptilolita ZEOBOND e faixas de dosagem por grupo de espécies. Dados técnicos completos disponíveis sob acordo.

Baixar ficha técnica (PDF)
mineral
  • Pureza
    ≥ 80% clinoptilolita
  • Capacidade de troca catiônica (CTC)
    ~180 meq/100g
  • Área superficial
    43–47 m²/g (BET)
Dosagem por espécie
EspécieFaixa de dosagem
Cães e gatos0,5–1,5%*
Aves0,5–2,0%*
Suínos0,5–2,0%*
Bovinos1,0–2,5%*

* Doses de referência. Podem ser revisadas por profissionais habilitados, como médicos-veterinários, agrônomos, zootecnistas, químicos e engenheiros de alimentos, entre outros, pois títulos e habilitações variam entre países; organismos regulatórios locais também podem estabelecer limites próprios.

06 — Por que ZEOBOND

Quatro razões para adotar a tecnologia.

Mais que o mineral: a forma como a Pegmatech entrega, fundamenta e acompanha o uso da zeólita na sua formulação.

01

Tecnologia mineral

Clinoptilolita de alta pureza
  • Zeólita natural com ≥ 80% de clinoptilolita
  • Alta capacidade de troca catiônica
  • Aditivo 100% mineral, sem promotor de crescimento
02

Fornecimento nacional

Sem dependência cambial
  • Fornecedor brasileiro (Pegmatech)
  • Previsibilidade de prazo e custo
  • Padronização de lote
  • Disponibilidade alinhada à demanda
03

Suporte técnico

Equipe própria, atendimento local
  • Especialistas em nutrição animal
  • Análise da formulação atual
  • Recomendação de dosagem por espécie
  • Acompanhamento da implementação
04

Parceria estratégica

Relação de longo prazo
  • Fundamentação científica (UFLA · RBZ)
  • Conformidade regulatória (MAPA — aditivo tecnológico)
  • Dados técnicos sob acordo
  • Desenvolvimento conjunto de aplicações
07 — Perguntas frequentes

Esclarecimentos com nossos
especialistas.

Respostas técnicas diretas. Para profundidade, marque uma consulta gratuita com nosso time.

01

Tecnologia e mecanismo

A clinoptilolita captura íons amônio (NH₄⁺) e metais por troca catiônica seletiva — reduzindo odores.
Os estudos indicam que pode reduzir, sempre via ração. Em suínos em terminação, 1% e 2% de clinoptilolita na ração reduziram a amônia emitida no galpão de 1,79 para 1,62 e 1,34 kg por animal (cerca de −9% e −25%), sem efeito durante o armazenamento dos dejetos (Dinuccio et al., 2022). Em frangos de corte, 1% na ração reduziu a amônia da cama sem prejudicar o desempenho (Valadares et al., 2026).
É a quantidade de cátions que a zeólita consegue trocar com o meio. A clinoptilolita ZEOBOND tem CTC na faixa de ~180 meq/100g, o que sustenta a captura de amônio.
Não. É um aditivo 100% mineral (clinoptilolita natural). Atua por mecanismos físico-químicos (troca catiônica e adsorção), sem ser antibiótico nem promotor químico de crescimento.
02

Aplicação e dosagem

A dosagem varia por espécie: tipicamente 0,5–1,5% para cães e gatos, 0,5–2,0% para aves, 0,5–2,0% para suínos e 1,0–2,5% para bovinos. A faixa exata deve ser definida por profissional habilitado (médico-veterinário, zootecnista ou engenheiro agrônomo), conforme a formulação.
Não. Em suínos, com 2,5% ou mais de clinoptilolita na dieta, caíram a energia digestível e o aproveitamento do nitrogênio, e com 5% a conversão alimentar piorou (Shurson et al., 1984). Em frangos de corte os resultados divergem: em um estudo, acima de 1% o desempenho piorou (Valadares et al., 2026); em outro, 2% na ração aumentou o crescimento (Karamanlis et al., 2008).
Pet food (cães e gatos), equinos, bovino de leite, bovino de corte, avicultura, suinocultura, ovinos e caprinos, e aquicultura — cada uma com benefícios e dosagem específicos.
Sim. Por ser um mineral inerte e estável, a clinoptilolita é compatível com formulações convencionais. Avaliamos sua formulação específica caso a caso.
Em vacas e gatos, os estudos não mostraram prejuízo. Em vacas leiteiras, 1,25% e 2,5% de clinoptilolita no concentrado, do pré-parto ao fim da lactação, não alteraram betacaroteno e vitaminas A e E no soro, nem cálcio, fósforo, magnésio, potássio e sódio (Katsoulos et al., 2005). Em gatos, 0,5% a 1% não alteraram a absorção de cálcio, fósforo, magnésio, sódio, potássio, ferro e manganês (Santos et al., 2011). Em doses altas (2,5% a 7,5%), leitões retiveram menos fósforo (Shurson et al., 1984).
03

Regulatório e evidência

A clinoptilolita consta na lista oficial de aditivos autorizados pelo MAPA (como adsorvente e antiaglomerante — categoria tecnológica), e o ZEOBOND é fornecido por estabelecimento registrado no MAPA. O enquadramento é tecnológico e não constitui endosso do MAPA a alegações de desempenho zootécnico.
Sim. Estudos peer-reviewed da UFLA (Rev. Bras. Zootecnia, 2010 e 2011) documentam redução de odor e melhora da consistência fecal em cães e gatos. Para as demais espécies citamos a literatura internacional — as alegações técnicas do site trazem a referência com link na seção de Referências.
Poucos, e nenhum que sirva como evidência de benefício. Os estudos publicados em equinos avaliaram só parâmetros sanguíneos ou usaram a zeólita misturada com outros materiais; não há evidência de benefício zootécnico nem dose definida por estudos para a espécie. Como referência de segurança, a EFSA concluiu que a clinoptilolita até 1% da ração completa pode ser considerada segura para todas as espécies animais (EFSA FEEDAP, 2013). A dose indicada no card de equinos é de referência (ver nota *).
A clinoptilolita é especificada por pureza (≥ 80%), CTC e área superficial, com controle de lote — assegurando consistência entre fornecimentos.
04

Comercial e suporte

Fornecimento nacional pela Pegmatech, com prazos otimizados e condições competitivas. Proposta personalizada após contato.
Sim. Análise da formulação, recomendação de dosagem por espécie e acompanhamento da implementação. Consultoria técnica gratuita.
Sim. Acompanhamento técnico especializado para avaliação na sua linha, com planejamento e análise de resultados.
08 — Referências

Alegações técnicas com fonte verificável.

Transparência: as alegações técnicas deste site trazem referência científica ou regulatória com link e data de acesso.

  1. 01
    Pet — odor e consistência fecal (cães e gatos)
    Maia et al., Rev. Bras. Zootecnia 39(11):2442–2446, 2010 (+ Roque et al., RBZ 40(11), 2011)
    Abrir fonteacesso 2026-06-03
  2. 02
    Pet — absorção de minerais em gatos (0,5% a 1%)
    Santos et al., Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. 63(3):687–693, 2011
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  3. 03
    Segurança — clinoptilolita até 1% da ração completa, todas as espécies (EFSA)
    EFSA FEEDAP Panel, EFSA Journal 11(1):3039, 2013
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  4. 04
    Leite — produção (2,5% de clinoptilolita no concentrado)
    Katsoulos PD et al., Veterinary Record 159(13):415–418, 2006
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  5. 05
    Leite — relação Ca:P no soro (periparto)
    Folnožić I et al., Veterinarski arhiv 89(4):447–463, 2019
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  6. 06
    Leite — febre do leite (2,5% e 1,25% no concentrado)
    Katsoulos PD et al., American Journal of Veterinary Research 66(12):2081–2085, 2005
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  7. 07
    Leite — vitaminas lipossolúveis no soro (uso prolongado)
    Katsoulos PD et al., Journal of Veterinary Medicine Series A 52(4):157–161, 2005
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  8. 08
    Corte — amônia ruminal em novilhos de confinamento
    McCollum FT, Galyean ML, Journal of Animal Science 56(3):517–524, 1983
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  9. 09
    Aves — amônia na cama e desempenho de frangos por nível na dieta
    Valadares et al., Poultry Science 105(3):106434, 2026
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  10. 10
    Aves — crescimento de frangos com 2% de clinoptilolita na ração
    Karamanlis et al., Asian-Australasian Journal of Animal Sciences 21(11):1642-1650, 2008
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  11. 11
    Aves — umidade e pH das excretas de frangos (0,5% na ração)
    Schneider AF et al., Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. 69(1):191–197, 2017
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  12. 12
    Aves — poedeiras com 5% na dieta (ovos e casca)
    Olver MD, British Poultry Science 38(2):220–222, 1997
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  13. 13
    Suínos — amônia do galpão com 1% e 2% na ração
    Dinuccio et al., Journal of Agricultural Engineering 53(1):1290, 2022
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  14. 14
    Suínos — ganho de peso com 2% na ração (desmame ao abate)
    Alexopoulos et al., Livestock Science 111(3):230–241, 2007
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  15. 15
    Suínos — doses altas (2,5% a 7,5%): energia, nitrogênio e fósforo
    Shurson GC et al., Journal of Animal Science 59(6):1536–1545, 1984
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  16. 16
    Caprinos — gordura do leite e células somáticas
    Katsoulos PD et al., American Journal of Veterinary Research 70(3):346–352, 2009
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  17. 17
    Ovinos — cordeiros em dieta com ureia
    Sallam SMA et al., Animal Science Journal 93(1):e13689, 2022
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  18. 18
    Ovinos — diarreia em cordeiros recém-nascidos
    Norouzian MA et al., Biological Trace Element Research 137(2):168–176, 2010
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  19. 19
    Aquicultura — zeólitas na ração de peixes (revisão)
    Ghasemi Z et al., Reviews in Aquaculture 10(1):75–95, 2018
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  20. 20
    Aquicultura — ganho de peso de tilápia-do-nilo (1%, 3% e 5% na ração)
    Abbas WT et al., Aquaculture Research 52(12):6678–6688, 2021
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  21. 21
    Aquicultura — crescimento de alevinos de tilápia-do-nilo (1% a 3% na ração)
    Al Amir MA, Ali BA, Journal of Animal, Poultry & Fish Production 11(1):65–73, 2022
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  22. 22
    Aquicultura — conversão alimentar do camarão-branco (5% na ração)
    Kim S et al., Biology 14(12):1691, 2025
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
  23. 23
    Mecanismo — troca catiônica e alta afinidade por NH₄⁺ e metais
    Papaioannou et al. (revisão), Micropor. Mesopor. Mater. 84:161, 2005
    Abrir fonteacesso 2026-06-03
  24. 24
    Mecanismo — série de seletividade iônica (NH₄⁺, metais pesados)
    Zamzow et al., Separation Science and Technology 25(13–15):1555, 1990 (série Pb²⁺>Cd²⁺>Cs⁺…)
    Abrir fonteacesso 2026-06-05
  25. 25
    Propriedades — CTC, área superficial e pureza da clinoptilolita
    Grifasi et al., Environ. Sci. Pollut. Res., 2024 (revisão de propriedades)
    Abrir fonteacesso 2026-06-03
  26. 26
    Regulatório — lista de aditivos do MAPA e UE (ligante e antiaglomerante)
    MAPA — Lista de Aditivos Autorizados (17/03/2020); Portaria SDA/MAPA nº 1.334/2025; Reg. (UE) 651/2013 + parecer EFSA 2025 (clinoptilolita como ligante e antiaglomerante)
    Abrir fonteacesso 2026-09-15
09 — Conversa técnica

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